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Gordura visceral: o que é e como eliminá-la?

Data da postagem 28/02/2024 Categoria Saúde
Visualizações
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A gordura visceral não é desconfortável apenas pela estética. De fato, é perigosa para a saúde, colocando muitas pessoas em risco.

Um dos principais motivos tem a ver com a sua localização no corpo: bem perto de órgãos vitais, abaixo da camada dos músculos.

Inclusive, muitas pessoas descobrem doenças sem ter ideia de quais foram os motivadores.

Esse tipo de gordura age silenciosamente e pode trazer resultados preocupantes ao longo do tempo.

Continue lendo para saber causas, riscos e tratamentos.

O que é gordura visceral


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A gordura visceral é aquela da barriga. Essa é a explicação que quase todo mundo conhece.

O que poucos sabem é que ela fica dentro do abdômen, próximo a órgãos vitais, como estômago, intestinos, pâncreas e fígado. Por isso, está associada a riscos.

A principal consequência dela é notável, com o aumento do peso corporal e da circunferência abdominal.

Porém, a questão estética é menos relevante quando consideramos os riscos às doenças – os quais vamos mencionar nos tópicos adiante.

Antes, é interessante pontuarmos a diferença para outro tipo de gordura, a subcutânea, como aquela que aparece no braço.

Nesse caso, fica abaixo da pele. É conhecida por “culote” e “pochete”, sendo esse o tipo de gordurinha mais visível aos olhos humanos.

Apesar de a subcutânea incomodar muito mais as pessoas pelo fator estético, é a visceral que traz os maiores riscos para a saúde.

Isso porque impacta nos processos inflamatórios, contribuindo para várias doenças.

As principais causas


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A principal explicação para o surgimento e acúmulo da gordura visceral tem relação com os hábitos não-saudáveis.

Especialmente, os relacionados à dieta. Tanto é que o consumo excessivo e indiscriminado de certos alimentos são os maiores indicativos. Por exemplo:

  • Açúcar,
  • Gordura e
  • Alimentos processados.

Então, esse desequilíbrio na ingestão de determinados alimentos é a principal causa. Porém, não é a única.

Ao mesmo tempo que a sociedade está com dificuldades para se alimentar bem, outros desafios também acontecem com o alto índice de sedentarismo.

Ou seja, estamos menos ativos do que antes, considerando toda a história da humanidade.

Da época das cavernas, quando existia a obrigação de lutar pelo alimento diário, até hoje, muita coisa mudou.

Agora, ficamos boa parte do tempo sentados, parados e inativos.

Há ainda um terceiro bom motivo para entender a causa dessa gordurinha chata, o cortisol.

O aumento dele no organismo indica uma má distribuição da gordura do corpo.

E isso estimula o fígado para produzir glicose, enviando mais açúcar no sangue, por exemplo.

Os riscos associados


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Por estar próximo aos órgãos vitais, a gordura visceral pode desenvolver doenças cardiovasculares.

A principal delas é o infarto, assim como a aterosclerose e o AVC (Acidente Vascular Cerebral).

Outros riscos atrelados a esse tipo de gordura são:

  • Diabete do tipo 2,
  • Hipertensão,
  • Insuficiência hepática,
  • Câncer (de mama e de colo), e
  • Doença de Alzheimer.

Em casos mais extremos, também pode refletir em casos de hepatites crônicas, cirroses hepáticas e desenvolvimento de lesões nas regiões afetadas.

Se isso acontecer no fígado, é preciso muita atenção, já que existe tratamento totalmente eficaz para esse órgão.

Como medir a gordura visceral


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O considerado aceitável em termos de saúde é uma gordura visceral de até 10% de toda a gordura do corpo.

Acima disso, vale a recomendação para iniciar um tratamento individualizado, já que há indícios de possíveis riscos, os quais vimos anteriormente.

Observe que o percentual de gordura visceral é diferente da gordura total do corpo.

Em outro texto, explicamos o que é ideal para a saúde do organismo, considerando os índices de massa magra e o peso corporal acumulado.

Então, como medir apenas a gordura visceral? Há várias ferramentas e métodos.

Hoje, uma das mais fiéis é a da tomografia computadorizada, assim como da ressonância magnética e ultrassom.

Porém, são opções menos acessíveis para a maioria das pessoas.

Por isso, o uso de outras metodologias acaba sendo mais utilizado no país todo.

  • Circunferência da cintura: até 80 cm para mulheres e até 94 cm para homens,
  • Razão cintura-estatura: até 0,5 para homens e mulheres, e
  • IMC (Índice de Massa Corporal): até 30 para ambos os gêneros.

Na atualidade, dada a importância do acompanhamento com especialistas da saúde, também ganhou relevância outro método: bioimpedância.

É um processo que verifica toda a composição corporal, incluindo a gordura que está acumulada no organismo.

Como perder gordura visceral

Seguindo as principais causas, temos os melhores tratamentos para eliminar a gordura visceral.

Basicamente, o que se deve fazer não parece tão complicado: é preciso praticar hábitos saudáveis, com foco na alimentação, atividade física e no sono. Confira os detalhes!

Alimentação saudável


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Sem dúvida, o primeiro passo para eliminar essas gordurinhas é encontrar uma dieta balanceada para o seu objetivo.

Geralmente, a mais indicada será aquela com menos calorias, pobre em açúcares e com muitas frutas, legumes e verduras, além das proteínas.

Uma dica é incluir, de forma estratégica, os alimentos que contribuem para acelerar o metabolismo e, consequentemente, facilitar a perda de gordura.

São os termogênicos e os principais exemplos vêm do café (sem açúcar, claro), canela, gengibre e chá-verde.

Prática de atividade física


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Outro tópico necessário é o que diz respeito aos exercícios físicos.

Eles são fundamentais e devem acontecer juntamente com uma alimentação equilibrada.

Isso porque estimulam o metabolismo e, tão logo, a queima da gordura da barriga.

Com foco no emagrecimento e nessa diminuição da circunferência da cintura, uma ideia é as atividades aeróbicas.

Aqueles esportes ou ações que melhoram o condicionamento físico e promovem a saúde cardiovascular, como nataçãocorrida e spinning.

Sono regular


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O cortisol é o principal hormônio que atua nessa gordura. Portanto, dormir bem não é um luxo, mas uma necessidade.

Assim, o corpo vai produzir os hormônios essenciais e na quantidade certa, de modo a metabolizar o que comemos e o que fazemos.

Além da questão hormonal, o sono também impacta em outras áreas, como dos exercícios físicos e da alimentação.

Quando não dormimos bem, é natural que ficamos com mais fome e menos dispostos a ir para a academia, estúdio de pilates e assim por diante.

Na dúvida sobre a gordura visceral, procure um médico


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Para solucionar a gordura visceral, existem pelo menos 3 hábitos que são assertivos.

Logo, a procura por educadores físicos, nutricionistas e neurologistas pode fazer muito sentido.

Mas, se você não saber por onde começar, a dica é visitar um clínico-geral ou cardiologista.

Eles podem solicitar exames para validar os riscos e, tão logo, listar as principais ações para minimizar as dores ou desconfortos.

Ainda assim, lembre-se que uma rotina de hábitos saudáveis fará a gordura visceral desaparecer de maneira mais sustentável.

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